sexta-feira, 29 de março de 2019

Latam apresenta o novo interior das aeronaves

A Latam Airlines apresentou hoje os novos assentos em suas aeronaves. O principal destaque ficou para a Premium Business, porém o Latam+ (equivalente à econômica premium) e Classe Econômica também apresentam novidades. A companhia investirá mais de US$ 400 milhões para atualizar o interior de suas aeronaves, que foram baseadas em consultas com passageiros, especialistas e tripulação. A Latam Peru é a primeira a ter o novo interior e em breve a filial brasileira também irá receber os novos assentos.



Premium Business
A nova cabine premium business será gradualmente introduzida na frota wide-body do grupo e contará com novos assentos Thompson personalizados. Todos os passageiros terão acesso ao corredor. Nos A350, Boeing 767 e 787 os assentos estarão dispostos na configuração 1+2+1, bem mais confortável do que o atual 2+2+2 e também agradando os que viajam sozinhos ou acompanhados. Além de reclinarem 180 graus, os novos assentos terão entretenimento de bordo de última geração, com tela de 18 polegadas, além de amplo espaço para armazenar itens pessoais.

Latam+
Nas aeronaves narrow body, tanto em voos domésticos quanto internacionais, os passageiros terão a possibilidade de voaram nos assentos Latam+, com maior espaço entre as fileiras, maior reclinação e mais serviços. A introdução do assento Latam+ em voos domésticos é uma resposta da Latam ao serviços oferecidos pelas concorrentes como Gol + Conforto e Espaço Azul.

Classe econômica
Os assentos da classe econômica serão remodelados e ganharão entradas USB.

Nos últimos anos, muitas companhias têm adotado a configuração 1+2+1 na classe executiva, que apesar de ter menos assentos por fileira, oferece mais conforto para os passageiros.


Quem usa a configuração 1+2+1 na classe executiva?

Quem usa 2+2+2?
  • Aerolineas Argentinas
  • Aeromexico (no Boeing 787-8)
  • Air France
  • Avianca (A330)
  • British Airways
  • Emirates
  • Japan Airlines
  • KLM
  • Lufthansa
  • Qantas
terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Participação no Mercado em 2018

Em 2018 o mercado doméstico manteve o crescimento observado no ano passado, crescendo 4% em relação a 2017. Já o mercado internacional mostrou uma aceleração maior em 2018, crescendo 10% em relação ao ano passado. Nos voos internacionais o volume de passageiros (RPK) transportados entre Brasil e América do Norte cresceu 10%, entre o Brasil e a Europa 13%, porém entre o Brasil e a América Latina diminuiu 5%.

Participação no mercado 2018
Empresa
Bilhões de passageiros (RPK)
Ocupação das aeronaves
Participação no mercado
Crescimento 2018x2017
Mercado nacional
Gol
                         34,27
81%
35,72%
3%
Latam Brasil
                         30,59
81%
31,89%
2%
Azul
                         17,85
81%
18,61%
9%
Avianca
                         12,82
84%
13,36%
8%
Passaredo
                           0,28
62%
0,29%
-20%
outras
                           0,12
71%
0,13%
20%
Total
                         95,93
81%
100%
4%
Mercado internacional
Latam Brasil
                         29,56
84%
20,94%
7%
Tap
                         12,39
83%
8,78%
8%
Air France/KLM
                         11,10
91%
7,86%
15%
American Airlines
                         10,17
76%
7,21%
2%
Emirates
                           7,64
74%
5,41%
2%
Grupo Lufthansa
                           6,78
88%
4,81%
10%
Azul
                           6,30
87%
4,46%
44%
United
                           5,84
83%
4,14%
7%
Grupo IAG
                           5,77
84%
4,09%
14%
Copa
                           5,69
82%
4,03%
1%
Alitalia
                           4,64
84%
3,28%
47%
Gol
                           4,16
74%
2,95%
4%
Latam Airlines
                           3,99
84%
2,83%
38%
Avianca Brasil
                           3,14
77%
2,22%
231%
outras
                         23,97
80%
16,98%
-12%
Total
                    141,14
82%
100%
10%


Latam Brasil: Ao contrário do ano passado, a Latam apresou aumento no volume de passageiros transportados no mercado doméstico, porém foi um crescimento menor que a média do mercado e com isso a companhia perdeu participação, ficando mais distante da líder Gol. Em 2018 a Latam implementou o serviço de internet Wi-Fi à bordo e promete, a partir de 2019, melhorar o Latam+ em voos domésticos e para América do Sul, que são as primeiras fileiras nas aeronaves com maior espaço e serviços diferenciados.
No mercado internacional, a Latam também viu o volume de passageiros crescer menos que a média do mercado, perdendo participação. Ainda assim a companhia é de longe a líder nesse segmento. Em 2018 a Latam transportou 10% mais passageiros entre o Brasil e os EUA (chegando mais próximo da líder American Airlines), 11% entre o Brasil e a Europa (ultrapassando por 0,1 ponto percentual a Tap), 51% entre o Brasil e a África, mas transportou 5% menos passageiros entre o Brasil e a América Latina. Durante o ano de 2018 a Latam expandiu sua malha internacional para Boston, Roma, Lisboa e Tel Aviv. Para 2019 a companhia pretende inaugurar voos para Munique e uma nova cabine Premium Business.

Gol: Em 2018 a Gol diminuiu o ritmo de crescimento, crescendo menos que a média do mercado doméstico e perdendo participação. Entretanto a companhia conseguiu continuar aumentando a ocupação média das aeronaves, que fechou com 1 ponto percentual a mais do que em 2017. Em 2018 a companhia finalmente recebeu as primeiras unidades do Boeing 737 MAX 8 e confirmou a encomenda de unidades da versão maior Boeing 737 MAX 10. A simples substituição da geração Boeing 737NG pelo Boeing 737 MAX irá gerar um aumento na oferta de assentos.
No mercado internacional a Gol voltou a voar para os EUA, mas isso não foi o suficiente para ganhar mercado. A companhia registrou crescimento menor que a média do mercado.

Azul: Em 2018 a Azul desbancou a Avianca e apresentou o maior crescimento no mercado doméstico no volume de passageiros transportados. Porém a companhia não aumentou a sua frota, apenas continuou com a sua estratégia de substituir os E-Jets e ATR pelos A320neo, mais modernos e com capacidade maior de passageiros. Em 2019 a companhia deverá também receber a nova geração EJets E-2 e também confirmou a encomenda de alguns A321neo. A estratégia parece estar dando tão certo que a Azul até acelerou o recebimentos dos A320neo, ampliando ainda mais a oferta de assentos.
Já no mercado internacional, a Azul apresentou crescimento menor do que no ano passado, porém ainda expressivo. Em 2018 a companhia transportou 44% passageiros (RPK) a mais do que no período anterior. Para 2019 a companhia já anunciou o seu novo destino: Porto, em Portugal. Em 2019, Azul também deverá ser uma das primeiras no mundo a receber os novos A330neo.

Avianca Brasil: Depois de anos consecutivos crescendo dois dígitos, a Avianca foi forçada a pisar no freio. Em dezembro de 2018 a companhia enfrentou uma grave crise financeira, o que culminou num pedido de recuperação judicial, corte de rotas e diminuição da frota. Mesmo assim a Avianca foi a companhia que mais aumentou a oferta de assentos em 2018 (ASK), 8,9% em relação a 2017. Porém o aumento da demanda foi menor que o da oferta e a Azul apresentou crescimento no volume de passageiros maior do que o da Avianca em 2018. Apesar dos problemas financeiros, a Avianca fechou 2018 com a melhor ocupação média das aeronaves e crescendo o dobro da média do mercado doméstico.
Já no mercado internacional, a Avianca recebeu em 2018 o quinto A330 e chegou a ter dois voos diários entre São Paulo e Miami. Porém, devido à crise financeira, a companhia já anunciou a suspensão de todos os voos para Miami, Nova York e Santiago em março de 2019.

Companhias estrangeiras: Depois da tímida retomada, em 2017, o mercado internacional brasileiro apresentou crescimento mais forte em 2018. No mercado entre o Brasil e os EUA, as novatas brasileiras Avianca e Azul foram as que mais ganharam mercado, enquanto a líder American Airlines foi a que mais perdeu. Já no mercado entre o Brasil e a Europa, a Latam voltou a liderar por muito pouco. A Alitalia foi a que mais ganhou participação.

 


quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Notícias rápidas - novembro/2018

A321LR
A Airbus entregou o primeiro A321LR para a Arkia Israeli Airlines. A aeronave é capaz de voar até 7.400 km, o suficiente para realizar voos transatlânticos.

Gol internacional
GOL - Linhas Aéreas Inteligentes
Com a chegada do Boeing 737 MAX 8 a Gol está investindo cada vez mais no mercado internacional. A companhia já anunciou novos destinos, a ampliação da parceria com a AeroMexico e uma leve mudança no logo para que as pessoas não confundam com "Gool".

Tap
Depois de novidades na frota e na malha, chegou a vez do programa de fidelidade. A Tap anunciou um novo programa de fidelidade chamado Tap Miles&Go que substitui o Victoria.

A350-900LR
A Singapore recebeu o primeiro A350-900LR atualmente a aeronave comercial com o maior alcance no mundo, 18.000 km. A aeronave reinaugurou a rota Singapura - Nova York.

WiFi na Latam
A Latam começou a implementar internet à bordo de suas aeronaves. Essa era uma promessa antiga da empresa, mas chegou bem depois da Avianca e Gol. Agora apenas a Azul não oferece esse serviço entre as  companhias aéreas brasileiras.

Atualizado em 27/11/2018

Latam amplia code-share
Latam anunciou code-share com a Air Italy para seus voos para Itália e com a Vueling para seu voo com destino a Barcelona.

A330neo
No dia 26 de novembro a Tap finalmente recebeu o primeiro A330neo. A empresa será a primeira no mundo a operar a aeronave que foi escolhida como a nova aeronave para voos de longa distância na companhia.

Atualizado em 7/12/2018

Azul anuncia novos voos internacionais
A Azul anunciou novas rotas internacional a partir de Campinas: Porto, em Portugal, com três voos semanais a partir de junho de 2019, Buenos Aires a partir de janeiro de 2019 e Bariloche a partir de junho de 2019.

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

A trajetória do Latam Fidelidade

Em 2018 o Latam Fidelidade completa 25 anos. Ele tem origem no Tam Fidelidade, o primeiro programa de fidelidade do Brasil. Quando foi lançado, em 1993, a Tam era apenas uma companhia aérea regional, com cerca de 50 aeronaves Cessna 208, Embraer EMB-110, Fokker F-27, F-50 e F-100. Foi somente em 1999 que a companhia incorporou aeronaves maiores da Família A320 e A330 e iniciou voos internacionais. As primeiras parceiras foram o Grupo Taca, Air France e American Airlines. Enquanto isso a Varig, em 1994, havia criado o Smiles que já nasceu usufruindo da extensa malha da maior companhia aérea da América Latina. Em 1997 a Varig passou a fazer parte da Star Alliance e o Smiles ganhou várias parceiras internacionais. Porém o Tam Fidelidade era muito mais generoso do que o Smiles.

No começo o passageiro do Tam Fidelidade ganhava pelo menos mil pontos a cada voo, independente da distância percorrida. Ao acumular 10 mil pontos (no máximo 10 voos) já era possível trocar por uma passagem para qualquer destino no Brasil. Já no Smiles o passageiro acumulava a quantidade de milhas que efetivamente voava e só podia trocar por uma passagem para qualquer destino no Brasil com 20 mil milhas. Nessa época com apenas uma viajem de ida e volta para os EUA na classe econômica o passageiro já ganhava 10 mil pontos no Tam Fidelidade. Os pontos tinham 2 anos de validade.

Quantos pontos o passageiro ganhava no Tam Fidelidade:
Voando TAMClasses de Serviço
EconômicaExecutivaPrimeira Classe
Trechos entreIdaIda-e-VoltaIdaIda-e-VoltaIdaIda-e-Volta
América do SulAmérica do Sul1.0002.0001.2502.5001.5003.000
América do SulAmérica do Norte5.00010.0006.25012.5007.50015.000
América do SulEuropa6.00012.0007.50015.0009.00018.000

Quantos pontos o passageiro precisava acumular para ganhar uma viagem no Tam Fidelidade:
Voando TAMEstaçãoEconômicaExecutivaPrimeira Classe
Trechos entreIdaIda e VoltaIdaIda e VoltaIdaIda e Volta
América do SulAmérica do SulAmbas10.00020.00015.00030.00020.00040.000
América do SulAmérica do NorteBaixa20.00040.00040.00080.00050.000100.000
Alta30.00060.00050.000100.00060.000120.000
América do SulEuropaBaixa30.00060.00050.000100.00060.000120.000
Alta40.00080.00060.000120.00080.000160.000

Quantas milhas o passageiro precisava acumular para ganhar uma viagem no Smiles:
Bilhetes Smiles
Classe Econômica
Classe Executiva
Primeira Classe
Qualquer distância dentro da América do Sul
20.000
30.000
40.000
Entre a América do Sul e a América do Norte
50.000
75.000
100.000
Entre a América do Sul e a Europa
70.000
100.000
130.000
Entre a América do Sul e a Ásia
90.000
120.000
150.000
Dentro da Europa
25.000
30.000
35.000
Entre Tokyo e Los Angeles
60.000
80.000
110.000

Já as categorias eram apenas 3: Cartão Branco, Cartão Azul e Cartão Vermelho. O Branco era o cartão de entrada. Para conseguir o Azul eram precisos apenas 12 mil pontos (no máximo 12 viagens) em um ano e os benefícios eram maior franquia de bagagem e 25% a mais de pontos acumulados. E por incrível que pareça, bem no começo, passageiros Tam Mercosur da categoria Azul também podiam usar as Salas VIP da Tam. Já para conseguir o Vermelho eram precisos 48 mil pontos em um ano e tinha os benefícios de maior franquia de bagagem, 50% a mais de pontos acumulados, prioridade de upgrade e acesso às Salas VIP da Tam.

Expansão: Multiplus Fidelidade
Em 2009 a Tam criou o Multiplus Fidelidade, o que expandiu o programa para outros meios além do transporte aéreo. Agora o passageiro podia acumular pontos por cartões de crédito, comprar online, postos de gasolina, hotéis e muitos outros. Os primeiros parceiros do Multiplus Fidelidade foram a Accor Hotéis, Walmart, Época, Ponto Frio, HSM e LinkTrade.
O Tam Fidelidade passou a fazer parte do Multiplus, mas suas regras continuavam as mesmas. Nessa altura, a Tam já tinha uma malha internacional considerável e mais companhias parceiras como Lufthansa, Lan, Pluna e Tap.
Em 2010 a Tam entrou na Star Alliance e o Tam Fidelidade passou a ter todas as companhias aéreas da aliança como parceiras.

Primeiras mudanças
No segundo semestre de 2011 a Tam fez a primeira mudança nas regras do Tam Fidelidade. Agora o mínimo de pontos necessários para uma passagem na América do Sul era 15 mil e não mais 10 mil. Também foi criada uma nova categoria, o Cartão Black. Para atingir a nova categoria eram precisos 150 mil pontos em um ano, porém os benefícios eram basicamente os mesmos do Cartão Vermelho.
Porém a mudança mais profunda foi no modo de acumular pontos. Agora a quantidade de pontos variava de acordo com a categoria do cartão e da tarifa, quanto mais baixa a categoria do cartão e da tarifa, menos pontos. O mínimo de pontos acumulados caiu de 1 mil para 500.

Lan + Tam = mais mudanças
Com a união da Tam e Lan, o Tam Fidelidade passou a receber mudanças com mais frequência. Uma grande mudança aconteceu em 2013. Foi lançada uma nova tabela para pontuação e para resgates. Agora o mínimo de pontos necessários para uma passagem no Brasil era 10 mil e para a América do Sul 20 mil.
Também foi criada uma nova categoria e foram implementadas mudanças nas outras. Para o Cartão Branco nada mudou. Para o Cartão Azul agora eram precisos 15 mil pontos ou 15 trechos voados pela Tam/Lan e os benefícios eram os mesmos. Para o Cartão Vermelho agora eram precisos 50 mil pontos ou 50 trechos voados pela Tam/Lan para obter 75% a mais de pontos acumulados, tabela preferencial de resgate, maior franquia de bagagem, acesso às Salas VIP e prioridade no check-in. Para o novo Cartão Vermelho Plus eram precisos 100 mil pontos ou 100 trechos voados pela Tam/Lan para todos os benefícios do Cartão Vermelho, mas 100% a mais de pontos acumulados e upgrade cortesia. Já para o Cartão Black eram precisos 150 mil pontos ou 125 trechos voados pela Tam/Lan para todos os benefícios do Cartão Vermelho Plus.

Latam Fidelidade
Em 2016 o Tam Fidelidade passou a se chamar Latam Fidelidade. As categorias mudaram de nome: Branco para Latam, Azul para Gold, Vermelho para Platinum, Vermelho Plus para Black e Black para Black Signature. Desde então em 2016, 2017 e 2018 o Latam Fidelidade passou por várias e várias mudanças até chegar no formato em que está hoje. As principais mudanças foram o fim da tabela fixa de resgate para a Latam, onde agora a quantidade de pontos varia livremente. O passageiro pode encontrar um mesmo trecho doméstico por 4 mil pontos ou por 16 mil pontos. Um voo entre o Brasil e os EUA por exemplo, que antes era fixado de 20 mil a 30 mil pontos, pode agora ser 30 mil ou incríveis 130 mil ou até mais.
Do outro lado, os pontos ganhos são totalmente atrelados ao valor da passagem, ou seja, agora o passageiro ganha o equivalente a quantidade de dinheiro que ele gastou para comprar a passagem.
Por fim os pontos necessários para subir de categoria agora não levam em conta os pontos que o passageiro acumula e sim pontos específicos para isso, os chamados "Pontos Qualificáveis".



Mudou para melhor ou pior?
Se por um lados as regras parecem ter ficado cada vez mais rigorosas, por outro o preço médio da passagem aérea no Brasil vêm caindo. Abaixo fizemos algumas comparações com base no preço médio de uma passagem doméstica em 2002 (corrigidas pelo IPCA acumulado) e em 2017, de acordo com o Relatório de Tarifas Aéreas Domésticas da ANAC.

Acumulo de pontos:
No começo do programa, com apenas 10 viagens já era possível resgatar uma viagem no Brasil. Considerando a tarifa média em 2002 o passageiro iria gastar o equivalente a R$ 6.552,71. Com a regra de hoje, o passageiro que gastar R$ 6.552,71 receberá cerca de 16 mil pontos (na categoria Latam). Com essa quantidade de pontos é possível ou não conseguir uma passagem no Brasil, uma vez que a quantidade necessária de pontos é flutuante. Com esse gasto o passageiro faria cerca de 18 viagens considerando a tarifa média de 2017.

Subir de categoria:
No começo do programa, para subir para a categoria Azul eram necessários 12 mil pontos ou 12 viagens. Considerando a tarifa média em 2002, o passageiro precisaria gastar o equivalente a R$ 7.863,25 em um ano para subir de categoria. Hoje para subir para a categoria Gold são necessários 10 mil pontos qualificáveis, onde o passageiro teria que desembolsar R$ 4.000,00 em um ano. Com R$ 4.000,00 o passageiro faria cerca de 11 viagens e com R$ 7.863,25 cerca de 22 viagens considerando a tarifa média de 2017.

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Assentos flat-bed chegam aos narrow-body

Recentemente a Copa anunciou que irá equipar suas aeronaves Boeing 737 MAX com assentos de classe executiva que reclinam 180º, os chamados "flat-bed" (assentos-cama). Até pouco tempo atrás esses assentos só eram encontrados em grandes aeronaves de dois corredores (wide-body). Porém nos últimos anos temos visto algumas companhias equiparem seus Boeing 737 e A321 com esse tipo de assento.


À medida que as aeronaves da Família A320 e Boeing 737 comportam mais passageiros e conseguem voar mais longe, elas substituem aeronaves de fuselagem larga que anteriormente operavam rotas longas. Isso é tão novidade assim... Nos anos 90 e 2000 o Boeing 757 reinava absoluto em rotas transcontinentais e transatlânticas, oferecendo assentos de classe executiva similares aos encontrados em aeronaves de fuselagem larga. Hoje os Boeing 757 estão sendo substituídos por aeronaves como o A321, Boeing 737 MAX 9 e 10.
Como as aeronaves de fuselagem estreita são muito mais econômicas do que as grandes aeronaves de fuselagem larga, elas podem fazer voos antes inviáveis serem criados ou reduzir significativamente o custo para a companhia aérea.

Quem tem assentos flat-bed em narrow-bodies?

  • American Airlines: Tem aeronaves A321 configurados com três classes. Primeira Classe em  configuração de 1-1 com assentos totalmente reclináveis. Classe Executiva em configuração 2-2 com assentos totalmente reclináveis. E Classe Econômica em configuração 3-3.
  • JetBlue: Tem aeronaves A321 com a classe "Mint" em configuração 1-1 e 2-2 com assentos totalmente reclináveis.
  • United: A companhia anunciou que está estudando instalar assentos flat-bed em seus Boeing 737.
  • Copa: Tem aeronaves B737 MAX 9 com Classe Executiva em configuração 2-2 com assentos totalmente reclináveis.

Translate

Receber Posts por E-Mail

Sobre Nós

Minha foto
aviacaocomercial.net
O site AviaçãoComercial.net foi criado em agosto de 2009, a partir do site FSDownload.net (lançado em 2004). O site www.aviacaocomercial.net é dedicado a aviação comercial brasileira e mundial, com informações sobre aeronaves, companhias aéreas, dados e etc. O Blog de Notícias se dedica a informar aos visitantes as últimas notícias da aviação comercial brasileira e os principais acontecimentos da aviação comercial mundial.
Visualizar meu perfil completo

Arquivo

Notícias Populares

Postagem em destaque

Os Boeing que não existiram

Na industria da aviação comercial é muito comum aeronaves que ficaram só no papel. Todas as fabricantes possuem modelos que não deram certo ...

Tecnologia do Blogger.